Venezuelana que chamou a atenção por vender picolé no T2 ganha um convite especial em Manaus



Para quem duvidada das redes sociais, fiquem sabendo que a Yorseily Villarroel, a venezuelana que vende picolé no Terminal da Cachoeirinha (T2), zona sul de Manaus, diariamente das 9 da manhã às 4 da tarde, recebeu na tarde de ontem, um convite mais que especial. O convite feito pela empresária Vânia Silva deve ser o início da mudança de vida que ela almeja.

Uma empresária foi até o terminal oferecer um trabalho de carteira assinada entre outros benefícios sociais. A empresária Vânia Silva disse que ficou sabendo da história da moça pelas mídias sociais, ficou impressionada com a garra e resolveu ajudar.

“Como eu vi a reportagem sobre ela e ela é bastante esforçada, eu me interessei de vir aqui e oferecer o trabalho pra ela!”.

Por onde passa, o sorriso e a simpatia da venezuelana de 22 anos são contagiantes. Yorseily veio para Manaus em busca de melhores condições de sobrevivência, fugindo da crise política e econômica do país dela.

A moça tem uma história de superação impressionante. Ela veio sozinha da Venezuela com o intuito de conseguir dinheiro para ajudar a família e nesse último final de semana, ficou impressionada com a repercussão que teve.

Yorseily contou em uma entrevista ao portal do Tiradentes que nunca pensou que ela pudesse causar tanta euforia só por vender picolé. Na Venezuela é normal, mas, aqui, ela está impressionada! Não está acreditando no que está acontecendo!

Yorseily afirma que, no país dela, a beleza é algo comum, mas que isso não é usado como desculpa para se omitir do trabalho.

“Meus amigos pensam que, como eu sou bonita, não deveria ficar vendendo nada por aí! Mas eu tenho muita vontade lutar e seguir adiante em busca de um futuro melhor!”

A jovem de 22 anos se emociona ao falar das dificuldades do país e da família, e espera em breve conseguir ajudar as pessoas que ama.

” … e ajudar a minha família, que está muito mal, pela situação que está passando na Venezuela !”

Um comentário:

  1. eu achei muito bonito mais temos que pensar nos nativos daqui, pessoas que precisam de uma oportunidade e não tem, agora so por caso da repercussão da uma oportunidade? eu conheço pessoas trabalhadoras aqui no brasil e no AM que não tem um emprego e são pais de famílias que querem uma chance e não tem, quando estive na Venezuela sem visto no passaporte eu fui preso e disseram que nosso dinheiro so valia p/ comprar sorvete, e ficavam debochando de nosso pais, apesar do povo venezuelano serem legais que so, agor

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