Começa mais uma etapa da operação para içamento do rebocador em Óbidos

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Familiares de desaparecidos no acidente acompanham o resgate. Segundo a Marinha, a operação terá um atraso, pois os cabos usados no içamento serão reposicionados.
Operação de içamento do rebocador naufragado em Óbidos, no Pará (Foto: Débora Rodrigues/TV Tapajós)

A operação de içamento do rebocador CCX, da empresa Transportes Bertolini, naufragado em Óbidos, no oeste do Pará, chega a mais uma etapa neste domingo (3). A equipe da empresa Smit, empresa contratada para realizar o plano de resgate, pôs cabos em volta da embarcação para ajudar no içamento. Familiares das vítimas que estão desaparecidas acompanham a operação de perto, eles estão acampados desde o dia 14 de novembro em Óbidos, quando iniciaram as operações.

No sábado (2), mergulhadores ficaram no local para onde o rebocador foi deslocado até às 21h para se certificar de que os cabos estavam prontos. Segundo a Marinha, a operação terá um atraso, pois os cabos usados no içamento serão reposicionados.

A balsa que vai receber a embarcação já está no local do resgate.
Guindaste da empresa Smit, contratada para realizar o plano de resgate do rebocador (Foto: Débora Rodrigues/TV Tapajós)

Içamento

Os trabalhos para fazer o içamento começaram no dia 14 de novembro, mas um sonar constatou que sedimentos aterraram cerca de 80% do casco do rebocador, o que impedia o deslocamento para uma profundidade menor. Para fazer o desprendimento a Smit usou jateamento e escavações na tentativa de eliminar a maior quantidade de sedimento que prendia a embarcação.


A embarcação foi deslocada no dia 28 de novembro para outra área que oferece mais condições para que o resgate seja feito. A área é mais rasa, plana e tem a correnteza menos forte.

Blogdocarpê com informações G1 Santarém 


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