Atoleiros continuam prejudicando trajetos entre as cidades de Santarém, Rurópolis, Itaituba e Novo Progresso

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Atoleiros na rodovia Transamazônica tem provocado diversos transtornos aos motoristas, que trafegam de Itaituba à Rurópolis e Novo Progresso à Santarém
Km 120 sentido Rurópolis-PA foto tirada nesta teça-feira (13)

Conforme relatou ao Jornal Folha do Progresso o empresário do setor de Transporte Adelar Belling, os caminhões estão encontrando dificuldade em alguns ponto das rodovias, principalmente no km 120 da Transamazônica, onde dois pontos com atoleiro dificultam e atrasam toda a viagem durante o período chuvoso. Outro trecho em péssimas condições são os 90 quilômetros, entre o município de Novo Progresso e Trairão, que ainda não estão asfaltados e no período de chuva viram enormes atoleiros.

Caminhoneiros chegam a demorar de dois à três dias (72 horas) para fazer um trajeto de pouco mais de 200 km, quando em uma estrada em boas condições duraria no Máximo 4 horas, esse contratempo causa sérios prejuízos para as cargas perecíveis. Caminhoneiros que saem de Novo Progresso estão demorando cerca de 10 dias para percorrer os 720 quilômetros das rodovias BR-163 e Transamazônica, que ligam Novo Progresso e Santarém, o que no inverso levaria entre 4 a 5 dias.

A Superintendência Regional do DNIT no Pará informou que está com equipes mobilizadas para manter as condições de tráfego na rodovia Transamazônica e na BR-163, mas adiantou que em alguns trechos não é possível fazer a manutenção ou restauração devido ao período chuvoso.

A Transamazônica e a BR-230 são as principais vias de escoamento de grãos da região centro-oeste para o Brasil e o exterior. Os caminhões saem das fazendas em direção o porto de Miritituba, em Itaituba, ou aos portos de Santarém.

Fonte: Folha Progresso


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