Condenado por associação para o tráfico de drogas, gerente de embarcação já está no presídio de Santarém

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Gerente de embarcação preso em Santarém, no oeste do Pará, na tarde da sexta-feira (13) pela Polícia Federal, em cumprimento ao mandado de prisão por sentença condenatória já está custodiado no Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura.

Marcos Adriano Vinhote Rocha, de 40 anos, foi sentenciado por associação para o tráfico de drogas. Na mesma sentença foram condenados e já estão presos Edielson do Nascimento Gomes, Nelson Cediel Pinto e José Tarcísio da Costa Santos que está foragido. Já Raimundo Carlos Figueira Fileol [comandante da embarcação] e Igor Leal da Silva foram absolvidos por insuficiência de provas.

Narra a decisão da Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da (TRF) da 1ª Região, que José Tarcísio negociava a droga com Nelson Cediel, colombiano conhecido como "Columbita ou Chaco", e o seu envio de Manaus com Marcos Adriano, conhecido como "Marquinhos", que usava embarcações de sua família para o transporte da droga até Santarém, para entrega a Edielson Gomes, conhecido como "piu piu”, dentre outros, encarregado do recebimento do entorpecente e de cobrar dívidas de outros traficantes/usuários juntamente com José Tarcísio.

A sentença diz que existia 'animus' (intenção/vontade) associativo estável e permanente entre os condenados no cometimento do delito, evidenciando, assim, a dedicação do condenado Marcos Adriano à atividade criminosa.

De acordo com a sentença, a autoria e materialidade dos envolvidos ficaram provadas pelas investigações da Polícia Federal, interceptação telefônica e pelo relatório de análise de material apreendido no cumprimento de mandado de busca e apreensão, além dos depoimentos dos réus e testemunhas colhidos no curso da ação penal.

A defesa de Marcos Adriano disse ao G1que ele foi condenado porque havia uma suspeita dele estar envolvido na associação ao tráfico por ser gerente da embarcação onde a droga era trazida de Manaus para Santarém. Disse ainda que o regime (semiaberto) em que a pena deve ser cumprida permite ao apenado trabalhar durante o dia e a noite dormir na penitenciária, e para isso as medidas cabíveis já estão sendo providenciadas.

Fonte G1 Santarém


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