Polícia Militar negocia saída pacífica dos feirantes do tablado

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Duas reuniões foram realizadas na semana passada, e outra está marcada para acontecer na tarde desta segunda-feira(13), às 15h na sede do Comando de Policiamento Regional I(CPR-I).

A Polícia Militar por meio do CPR-I, do 3ºBPM e da 2ª Companhia Independente de Missões Especiais (2ª CIME) após pedido de apoio para cumprimento de ordem judicial para retirada dos comerciantes da feira do tablado, que funciona na orla, em frente do Mercadão 2000, busca por meio de diálogo que os feirantes desculpem o local.

“Expomos para os feirantes, de forma clara e transparente, que existe uma decisão judicial para ser cumprida. Então, de alguma forma ela será realizada. Desta forma, chamamos as partes, a prefeitura e os comerciantes, para que tudo transcorra da melhor maneira possível, sem nenhum trauma para ninguém. É esse nosso objetivo. A intenção sempre é dialogar, antes de irmos para ação”, diz o Coronel Tomaso, comandante do CPR-I.

O fim da feira do tablado, decorre de uma ação judicial determinada pelo Ministério Público, e acatado pela Justiça. A decisão foi proferida em 2017, devido a falta de estrutura e perigo de contaminação no tablado. A demolição também é necessária devido a obra de reconstrução da orla. Desde que a Justiça proferiu a decisão, uma séria de prazos foram estabelecidos, que nunca foram cumpridos. A prefeitura diz que já cedeu local (Mercado da Prainha e Mercado da Rodagem) para que os feirantes possam continuar suas atividades. Porém, os feirantes afirmam que esses locais não possuem estruturas adequadas para abrigá-los e ainda sofrem alagamentos na época das chuvas.

Fonte RG 15 / O Impacto


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