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Prefeitura de Santarém busca cessão de terreno da 'Feira da Cohab' para o município

Desde maio desde ano, a Prefeitura de Santarém, oeste do Pará, tenta junto à Companhia de Habitação (Cohab) a cessão do terreno onde funciona a feira de produtores rurais, conhecida como Feira da Cohab. Com a cessão para o município, a Prefeitura poderá captar recursos públicos para investimento na estrutura da feira.

Atualmente, a cessão está nas mãos da Associação de Produtores Rurais de Santarém (Aprusan), porém, a entidade não pode receber recursos do poder público para investimento na feira. A cessão do terreno para a Aprusan foi celebrada pela Cohab em novembro de 2018.

“Nós enquanto município, não podemos cadastrar projeto específico para a feira da Cohab enquanto o domínio da área for da Aprusan. Então o município está requerendo junto ao Estado o repasse dessa área, para que assim a gente possa cadastrar novos projetos. É importante dizer que já temos uma sinalização positiva do Estado para a revitalização daquele espaço”, explicou o secretário municipal de Agricultura e Pesca, Bruno Costa.

A articulação para a reverter a cessão em favor do município começou a ser feita pela Aprusan junto ao governo municipal, desde que a entidade soube que não poderia receber recursos públicos para melhoramentos na feira. Qualquer investimento em calçamento, cobertura e estacionamento, que são hoje as maiores carências do espaço, teria que ser bancado com recursos próprios da associação.

“Nós temos feito o que podemos para garantir uma infraestrutura adequada para os nossos produtores e também para os consumidores, mas nós esbarramos na questão dos recursos, por isso já estamos articulando essa parceria com a Prefeitura para que a cessão do terreno seja feita da Cohab para o município”, contou o presidente da Aprusan, José Sebastião da Costa.

Segundo Sebastião, os 250 feirantes dos municípios de Santarém, Belterra e Mojuí dos Campos, que atuam na Feira da Cohab sofrem com a falta de estrutura do espaço. No período chuvoso, muitos têm prejuízos com a perda de produtos uma vez que as lonas não suportam o peso da água da chuva. Já os consumidores reclamam do transtorno que é caminhar pelo lamaçal que se forma no entorno da feira.

“Tudo o que a gente quer é seja construída uma estrutura que possa garantir um espaço digno para os produtores que trabalham aqui e também para os consumidores”, pontuou o presidente da Aprusan.

Fonte G1 Santarém 

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