Força-tarefa investiga se houve ação criminosa no incêndio em Alter do Chão

Um força-tarefa foi criada com representantes da Polícia Militar, Companhia de Missões Ambientais, Companhia de Polícia Ambiental, Semma e Corpo de Bombeiros para investigar se houve ação criminosa, no incêndio que atingiu a floresta, em uma região conhecida como Capadócia, entre em Alter do Chão e Ponta de Pedras, em Santarém, região oeste do Pará. O fogo iniciou no sábado, 14.

De acordo com a Brigada anti-incêndio de Alter do Chão, as chamas já avançaram para a rodovia Everaldo Martins. Na manhã desta segunda-feira, 16, a equipe usou um drone para sobrevoar o local atingido, e avaliar a melhor estratégia de combate ao incêndio. “Logo cedo usamos um drone para fazer imagens do local, que serão incluídas no relatório que vamos enviar ao governador e ao secretário de meio ambiente, e também usar essas imagens pra criar uma melhor estratégia para combater o fogo”, disse o brigadista Daniel Govino.

Para Daniel, a situação na Floresta da Capadócia, como é conhecida, é bem complicada. “A situação ainda é bem difícil. Não foi possível debelar as chamas ontem. Ainda tem muito fogo, está muito grande, muito alto”, completou.

Durante a tarde de ontem, 15, o Governo chegou a anunciar que o incêndio havia sido controlado, mas os moradores voltaram a fazer registros de novos focos de queimadas do outro lado do Lago Verde, durante a noite.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) pelo menos 33 focos de calor foram registrados na região do lago, em uma área de aproximadamente 10 quilômetros quadrados.

Roma News 

Nenhum comentário