Polícia diz que abrigo encontrado em Alter do Chão era de bombeiros e galões continham água

O diretor da Polícia Civil, delegado José Humberto de Melo Junior, esclareceu a suspeita sobre um abrigo, com galões de combustível, ter sido usado por supostos autores do incêndio em Alter do Chão. Na verdade, o abrigo era usado por agentes do corpo de bombeiros e os galões continham água.

Na última segunda-feira, 16, agentes da polícia ambiental reforçaram a hipótese do incêndio ter sido provocado por agentes humanos, após encontrarem o suposto abrigo, com galões que poderiam conter combustível.

Embora a hipótese de incêndio criminoso não tenha sido descartada, na verdade, o abrigo encontrado era utilizado por agentes do corpo de bombeiros, que estão atuando no combate as chamas, e os galões que estavam no local continham água e não combustível.

"Os galões encontrados, contém água. Ressaltamos que as fotos foram tiradas por um integrante da Força Tarefa que divulgou de forma precipitada. Ressaltamos que até o presente momento não há indícios de ações criminosas. Entretanto, as investigações seguem apurando todas as denúncias", afirmou o delegado, em esclarecimento a jornalistas.

No último domingo, 15, o Governo do Estado chegou a anunciar que o incêndio havia sido controlado, mas moradores voltaram a fazer registros de novos focos de queimadas do outro lado do Lago Verde.

Ainda no domingo, durante a noite, um apoio do Governo Federal foi solicitado, por meio da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que atua no controle das queimadas, para reforçar o trabalho de combate às chamas na região.

A força-tarefa montada já conseguiu controlar os focos de incêndio, em Ponta de Pedras e próximo ao Lago Verde. Entretanto, o fogo já se espalhou para as matas do Pindobal, em Belterra. A Polícia Civil está com inquérito aberto e segue investigando o caso.

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