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Roubo de terra na área incendiada em Alter do Chão tem lotes de até R$ 100 mil

Após as queimadas que atingiram áreas de uma reserva ambiental em Alter do Chão, no Pará, foram colocadas placas de “vende-se” em várias áreas da região. De acordo com moradores da região, barulhos de construções e de motosserra são comuns na área que era para haver apenas o silêncio da natureza.

Alvo de invasores e grileiros, esta área de proteção ambiental foi a mais atingida pelo incêndio que destruiu, em setembro, parte de um dos balneários mais famosos da Amazônia.

Controlado em quatro dias, o fogo voltou ao centro de atenções depois que quatro brigadistas foram presos pela Polícia Civil, acusados de terem iniciado queimadas por recursos angariares de ONGs internacionais.

Segundo investigações do Ministério Público Federal do Pará (MPF-PA), a área conhecida como Capadócia, esta área às margens do Lago Verde vem sendo alvo do grileiro Silas Soares da Silva há menos de cinco anos.

Ex-policial civil aposentado e atualmente foragido da Justiça, Silas é pai de Gildson dos Santos Soares, um policial militar, segundo o MPF, possui um terreno irregular na Capadócia e é réu em três processos por homicídio, além de ser investigado por outros dois assassinatos.

O integrante do Grupo Tático da PM já ameaçou funcionários públicos de Santarém e deu voz de prisão a um advogado que tentava se encontrar um cliente.

Segundo ou MPF, as investigações sobre queimadas estão em andamento, inclusive com perícias técnicas, e até o momento não há elementos para apontar suspeitos.

Com informações do UOL.

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