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Defesa Civil faz mapeamento de áreas atingidas por alagamentos durante temporal em Santarém

Defesa Civil Municipal durante vistoria no bairro Caranazal, em Santaré, depois da chuva — Foto: Agência Santarém/Divulgação

Ruas alagadas, enxurradas por todos os cantos e muitas pessoas preocupadas. Assim foi a manhã desta terça-feira (23) durante o temporal de caiu sobre Santarém, no oeste do Pará. Para mapear as famílias atingidas e problemas causados, a Coordenadoria de Defesa Civil iniciou as vistorias em pontos críticos, como os bairros Caranazal e Maracanã.

O órgão permanece em alerta e está intensificando os trabalhos preventivos no município. De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Santarém, Darlison Maia, o objetivo é monitorar as áreas de risco para evitar danos.

“A vistoria preventiva é uma medida que temos adotado dentro do nosso plano de trabalho para dar mais tranquilidade à população e agir. A nossa equipe técnica faz o mapeamento dos pontos críticos e informa a situação ao órgão competente para que sejam tomadas as providências”, informou.

O mapeamento apontou que a maioria dos alagamentos ocorre por conta do descarte incorreto de lixo nas ruas, que acaba entupindo os bueiros e galerias.
O órgão alerta ainda que em caso de fortes chuvas e alagamentos as pessoas devem evitar sair de casa, principalmente agora como medida de prevenção e controle a covid-19. Para acionar a Defesa Civil, basta ligar no telefone (93) 3523-5170.

Nível do rio

A Defesa Civil Municipal faz o monitoramento diário de enchentes, medido pela régua da Agência Nacional das Águas (ANA). O boletim divulgado nesta terça-feira registrou o nível do Rio Tapajós com 6,26 milímetros. A medição realizada neste mesmo dia em 2019 apontou 6,80 milímetros.

No ano de 2009, quando foi registrada a maior cheia em Santarém, neste mesmo período o rio estava com 7,24m. “Estamos abaixo de 2019 0,58 centímetros e abaixo de 2009 0,98cm. A cota de alerta 7,10m. Até o momento o resultado não nos preocupa, até porque já vamos entrar no mês de abril e continuamos abaixo do ano de 2009, só se a força da natureza mudar pra que o rio tenha um aumento maior”, explicou Darlison.

Fonte G1 Santarém 

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