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Seis casos suspeitos de coronavírus em Santarém seguem em análise

(Sespa), Marcela Tolentino informou na tarde desta quinta-feira (18), que em Santarém, região oeste, há seis casos suspeitos de coronavírus sendo monitorados.

“As pessoas com casos suspeitos estão em casa. Mas já foi coletado material que é secreção de nasofaringe, não é coletado sangue. O resultado dos exames sai de 10 a 15 dias, mas a assistência não será prejudicada pela espera de exame. Todos os protocolos estão sendo seguidos à risca”, afirmou Marcela Tolentino.

Sobre o caso de uma paciente que foi transferida da Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA 24H), em ambulância de empresa particular, nesta quinta-feira, a diretora do 9º CRS disse que é apenas um caso suspeito e que a divulgação como sendo confirmado causou uma série de transtornos aos profissionais de saúde.

Sobre o uso de roupa especial, máscara, óculos, avental, luvas, Marcela explicou que se dá atendendo protocolo de segurança epidemiológica, para casos suspeitos de coronavírus. E que nos hospitais, há equipamentos também para os profissionais que fazem o atendimento desses casos.

“Toda doença infectocontagiosa deve ter cuidado, como foi no caso da H1N1, e agora no caso do coronavírus. Porém, o mais importante é a adoção das medidas de higiene e evitar aglomerações. A porta de entra é UBS, que vai encaminhar. Nesse período chuvoso tem dado muitos casos de pneumonia, bronquites e outras doenças respiratórias. Portanto, não é todo sintoma gripal que vai ter protocolo de atendimento de caso suspeito de coronavírus”, ressaltou.

Marcela garantiu que se houver caso positivo de coronavírus em Santarém, a Sespa mão omitirá a informação. “Qualquer caso positivo que acontecer seja no município de Santarém ou nos 143 municípios paraenses, a Sespa através do Dr. Alberto Beltrame, secretário de Saúde do estado dará essa notícia. Eu lamento muito que de uma hora para outra, pessoas afirmem a existência de caso positivo no município. Qual a competência dessas pessoas? Só quem tem esta competência é a Sespa. Até esse momento não temos nenhum caso confirmado”, assegurou.

Cuidados

A diretora do 9º CRS destacou a importância dos cuidados que devem ser continuados. Por exemplo, quem viajou para cidades como Rio de Janeiro e São Paulo deve ficar de quarentena por 14 dias se tiver sintomas gripais, e 7 dias se não tiver sintomas. E lembrou que já tem uma portaria do Ministério da Saúde, que autoriza força policial para o caso de desobediência.

“É essencial manter as mãos limpas e para quem está resfriado ou com gripe, não adianta usar máscara e manipular o objeto de proteção com a mão contaminada”, pontuou.

Fonte G1 Santarém 

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