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Transatlântico que aportou em Santarém não tem casos suspeitos de coronavírus, diz governo

O navio transatlântico Amera, que aportou em Santarém, no oeste do Pará, nesta segunda-feira (16) apresentou a Declaração Marítima de Saúde (DMS) que informa que não há casos suspeitos de coronavírus entre a tripulação e passageiros e que está apto a navegar nos rios do Brasil. O documento é regulado pela Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e foi apresentado aos governos do Estado e do Município.

A embarcação é proveniente de Nassau, capital das Bahamas, e passa por meio de seus setores de Vigilância Sanitária e Epidemiológicas. A DMS foi obtida em Belém. Transatlânticos só podem afazer viagens turísticas e aportar quando autorizados pela Anvisa por meio da DMS.

O coordenador da Vigilância Sanitária, Walter Matos, informou como é realizado o procedimento da declaração e quais medidas são tomadas em casos suspeitos do coronavírus.

“Primeiro precisa ter a declaração para translado no território nacional. Todo meio-dia, a embarcação passa uma Declaração Marítima de Saúde, que é passado por profissionais de saúde da embarcação e encaminhada para a Anvisa, que repassa para a localidade, por onde a embarcação irá passar, no caso em Santarém, para os órgãos de saúde do estado e município", disse.

Em casos suspeitos é feito o fundeio do navio, ou de quarentena desta embarcação, iniciando um procedimento de investigação. Se há algum passageiro com sintoma gripal é avaliado primeiramente pela equipe de saúde da embarcação, caso apresente os sintomas do Covid-19, há então uma intervenção da Vigilância Epidemiologia e Sanitária, seguindo os protocolos não liberando passageiros, coletando mucosa para avaliar e se caso confirmar, as equipes do estado e do Governo Federal são acionadas, para medidas cabíveis, desde a internação hospitalar do paciente ou isolamento na embarcação, quando o caso não for de gravidade.

A Prefeitura de Santarém reforça que quem faz o monitoramento de portos e aeroportos no município é a Anvisa/Belém, como o órgão não tem polo em Santarém, no caso de intervenções, a Anvisa entra em contato com as autoridades de saúde do município, para aguardar os fiscais do órgão, que somente estão presentes nas capitais. Quem tem a responsabilidade de emitir a Declaração Marítima de Saúde é a própria embarcação, pois nos navios há médicos e enfermeiros, que compõem hospitais dentro dos cruzeiros, que são habilitados para tratar de doenças como esta. Quem faz a validação do documento é a própria Anvisa.

Fonte G1 Santarém 

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