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Bancos não descontarão dívidas sobre o auxílio emergencial de R$ 600

Em acordo fechado com o Governo Federal, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), anunciou nesta quarta, 8, que não irá descontar valores de dívidas antigas sobre o coronavoucher, o auxílio emergencial R$ 600, que o governo vai liberar para os trabalhadores informais.

O atual ministro da cidadania, Onyx Lorenzoni, afirma que a partir desse acordo em nenhuma transferência ou saque de conta haverá débitos. "Não vai haver débito desse dinheiro de quem for usar o auxílio emergencial”, assegura o ministro. “Esse recurso, quando for transferido do banco oficial para qualquer banco do sistema privado brasileiro, se existirem débitos anteriores, esse valor ficará protegido, ele não paga contas antigas”, detalhou.

O acordo feito pela Febraban é para não ser descontado nada do auxílio e assim pagar o valor integral e que as instituições financeiras colocarão esses valores em uma conta separada da conta principal do beneficiário, mas vinculada a ela.

A Febraban dá detalhes do acordo na nota abaixo:

1- Os recursos referentes ao auxílio emergencial de R$ 600, a ser pago para trabalhadores informais, autônomos e desempregados, serão transferidos pela Caixa para uma conta indicada pelo beneficiário.
2- A Febraban e seus bancos associados firmaram um acordo com o governo para que não sejam cobradas tarifas de DOC ou TED sobre essa transferência.
3- Além disso, as instituições financeiras colocarão esses valores em uma conta separada da conta principal do beneficiário, mas vinculada a ela. Assim, os recursos poderão ser movimentados usando os mesmos cartão e senha da conta principal, sem que haja risco de que sejam realizados débitos indevidos sobre o valor do auxílio emergencial.

4- Os recursos referentes ao auxílio emergencial de R$ 600, a serem pagos para trabalhadores informais, autônomos e desempregados, serão transferidos pela Caixa para uma conta indicada pelo beneficiário.

Fonte: Uol

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