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Pandemia deixa cemitério supertolado em Manaus

O números de mortes confirmadas pelo novo coronavírus em Manaus, faz com que o cemitério Nossa Senhora Aparecida, mais conhecido como Tarumã, sobrecarregado. De acordo com informações, é registrado cerca de 100 óbitos por dia na capital desde a última terça.

Com a grande demanda na capital, as autoridades buscaram meios para tentar controlar a situação. Um comitê de crise para óbitos foi criado por membros do setor funerário e das secretarias municipais da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc) e de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp), para debater medicas que devem ser tomadas para tentar conter o caos.

Segundo o presidente do Sindicato das Empresas Funerárias do Estado do Amazonas, Manuel Viana, o número de mortes diárias cresceu acima das expectativas e, por esse motivo, a organização dos enterros escapa ao controle.

Ainda segundo ele, antes do surto da Covid-19, em média eram realizados 30 sepultamentos por dia. Baseado nisso, o setor funerário tinha feito uma projeção em abril estariam seria registrado em torno de 50 e poucos óbitos por dia. Porém, só neste domingo, 19, morreram 122 pessoas vítimas do vírus.

Nas redes sociais, um vídeo circula mostrando carros de agências funerárias formando uma longa fila para entrar no Tarumã. Como o cemitério não consegue atender a todos os óbitos ao mesmo tempo, a espera cresceu.

Nesta segunda-feira, 20, o comitê iniciou os debates. A primeira medida a ser tomada conter o colapso no Tarumã e o aumento do número de funcionários.

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