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Mapeamento de casos solicitado pelo MPPA auxilia no acompanhamento da Covid-19 em Santarém

Com 220 casos confirmados da Covid-19 e 15 mortes em Santarém, no oeste do Pará, um monitoramento solicitado pela 8ª Promotoria de Justiça da Saúde tem ajudado a levar mais informações sobre o avanço da doença no município. O pedido às secretarias municipal e estadual para composição do mapeamento foi feito em 20 de abril.

O mapeamento conta com informações sobre casos confirmados e suspeito na cidade, distribuídos por bairros. A intenção é que a população visualize o avanço da contaminação na cidade. Mensagens e dicas relacionadas à doença também são incluídas no material distribuído por meio de rede social.

Este mapeamento mostra também as regiões do Eixo Forte, várzea e planalto. É composto por desenhos de “bonequinhos”, conforme os casos: vermelhos- confirmados; amarelos- em análise, e pretos, indicando óbitos.

Ao longo de 22 dias, os números saltaram de 29 casos confirmados em 14 bairros, para 220, divulgados na segunda-feira, 11 de maio. Nesta data somente os bairros do Amparo, Cambuquira, Urumari, São Francisco e Maracanã I não indicavam confirmações ou suspeitas.

De acordo com a promotora de Justiça Lilian Braga, o mapeamento tem caráter pedagógico, pois a população pode visualizar a situação no seu bairro e intensificar as medidas de cuidado para evitar a contaminação. Desde o dia 4 de maio também é divulgado o mapeamento da região oeste do Pará e Tapajós, com os números por município. A região soma 383 casos confirmados em 17 municípios.

Recomendações

A promotora relata que o Ministério Público do Estado tem sido constantemente acionado para acompanhar o aumento das contaminações em Santarém e em toda região, e as políticas públicas de prevenção ao novo coronavírus.

Já foram expedidas recomendações voltadas para a proteção das comunidades rurais e populações tradicionais, adequação das feiras e mercados, garantia de merenda escolar aos alunos, proteção de idosos em asilos e da população de rua, fiscalização de embarcações, portos e aeroportos, atendimento adequado em hospitais da rede particular e outras ações, como reuniões e ajuizamento de ações.

Por G1 Santarém 

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