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Mesmo sem eficácia comprovada, cloroquina segue rumo ao interior do Pará

Apesar do secretário do Estado de saúde, Alberto Beltrame, ter assinado carta contra a cloroquina na condição de presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Governo do Pará mandou 114.025 mil de cloroquina e 90.858 mil de hidroxicloroquina para os municípios do interior do Pará.

Os remédios fazem parte do protocolo terapêutico do Ministério da Saúde para a doença e só podem ser prescritos por médicos. Esses profissionais são obrigados a informar cada paciente, a quem cabe a decisão final do uso ou não, sobre os riscos e efeitos colaterais. A eficácia deste tratamento ainda não é cientificamente comprovada. A compra foi feita com recursos do Tesouro Estadual.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) já havia garantido esses mesmos medicamentos para a rede hospitalar da capital e região metropolitana desde o início da pandemia. Além da cloroquina e hidroxicloroquina, foram distribuídos para os municípios do interior, 130.727 mil cápsulas de azitromicina.

Cerca de 404 mil comprimidos de azitromicina, 286 mil de hidroxicloroquina e 126 mil de cloroquina, usados, inclusive, nos atendimentos na Policlínica Metropolitana e no Hospital Regional Abelardo Santos (HRAS).

Por Roma News 

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