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Acusado de crimes na área da saúde, empresário que vendeu respiradores com defeito ao Pará é preso pela PF

Crédito: Agência Pará

A Polícia Federal prendeu nestaquinta-feira, 4, o empresário Miguel Iskin, acusado de desvios na área da saúde do Estado do Rio, desde a gestão do ex-governador Sérgio Cabral. Ele é um dos envolvidos na venda dos 152 respiradores com defeito ao Estado do Pará. Iskin já havia sido preso anteriormente e estava solto, cumprindo apenas medidas cautelares, como não manter contato com outros investigados e se apresentar periodicamente à Justiça.

A ordem de prisão foi expedida pela 7ª Vara Federal Criminal, comandada pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pelos casos da Operação Lava Jato no estado. De acordo com a PF, Iskin foi preso em sua residência e encaminhado ao sistema prisional

Iskin já havia sido preso no bojo da Operação Fatura Exposta, deflagrada em abril de 2017, contra um esquema de fraudes na compra de próteses para o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) e a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro. Ele também foi alvo nas Operações Ressonância e SOS, deflagradas em julho e agosto de 2018.

Ele foi solto por decisão anterior monocrática do Supremo Tribunal Federal (STF) e cumpria medidas cautelares. Por meio de decisão colegiada da 2ª Turma do STF, foi determinada novamente sua prisão preventiva.

O advogado Alexandre Lopes, que representa o empresário, afirmou que a prisão é fruto de uma questão processual e irá recorrer da decisão.

Outras prisões

No dia 13 de maio, a Polícia Federal desencadeou a Operação Profilaxia e prendeu nesta quarta-feira, 13, em Brasília, o empresário André Felipe Oliveira, acusado de envolvimento em esquema para venda de respiradores hospitalares ao governo de Helder Barbalho (MDB) no Pará.

Outro envolvido, Glauco Guerra, empresário que estava foragido do Rio de Janeiro,foi preso em Belém. Ele estava com mandado de prisão decretado pela justiça local, acusado de participar de um esquema de fraudes na Secretaria Estadual de Saúde local, que causou um prejuízo de quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos.

*Com informações da Agência Brasil

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