Header Ads




Com preço em alta, trabalhador paraense precisa trabalhar mais de duas horas para comprar só o arroz

Crédito: Reprodução

A cesta básica do paraense continuou entre as mais caras do país no mês de maio, é o que confirma a pesquisa mensal do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) Pará. Entre os alimentos que mais têm afetado o bolso do consumidor no último mês, está o arroz.

O preço do arroz subiu em disparada, chegando a um reajuste de 17,05% ao longo de 12 meses. Até dezembro de 2019, o quilo custava em média R$ 2,58. Em maio o preço foi para R$ 3,02, apresentando uma alta de 3,07% em abril, quando foi comercializado a R$ 2,93.

Com uma base de consumo mensal de 3,60 kg de arroz por trabalhador paraense, o gasto total no mês passado atingiu R$ 10,87 com um impacto em relação ao salário mínimo atual de 1,12%. Já o tempo de trabalho necessário para adquirir o produto foi de 02h24, apontou a pesquisa.

Segundo o Dieese, no mês passado, o custo com alimentação básica padrão, para uma família composta por adultos e crianças, ficou em R$ 1.360,08, o que supera o valor de um salário mínimo. Já com uma cesta básica composta de 12 itens, o trabalhador paraense comprometeu 46,90% do Salário Mínimo de R$ 1.045,00.

A tendência para este mês de Jun/2020 ainda é de alta no preço do produto.

Por Roma News 

Nenhum comentário