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Comerciantes vítimas de calote das empresas de vale-alimentação devem mandar provas à AGE

É preciso ir a fundo na investigação contra essas empresas que recebem dinheiro dos cofres públicos – caso do vale-alimentação -, mas sequer pagam seus fornecedores. As denúncias, até de erros que impossibilitam a utilização dos cartões por pais de alunos da rede pública, aumentaram nos últimos dias. O pior é que, como não recebem o que lhes é devido, os comerciantes deixam de fornecer os alimentos. Eles também têm suas despesas e empregados que estão reclamando o pagamento de salários.

“Isso é caso de polícia e até de prisão dos empresários responsáveis, pois estão privando milhares de famílias paraenses da alimentação”, afirma um advogado. Ele adiantou que está sendo procurado por vítimas do calote para que ingresse com ações judiciais.

Diante disso, sobre a impossibilidade de utilização dos cartões fornecidos pelas empresas Meu Vale Gestão Administrativa Ltda e Trivale Administração Ltda, aos alunos da rede estadual de ensino devido a supostos erros nos tais cartões e, mais ainda, de que esses erros nos cartões decorrem da ausência de repasse dos valores aos estabelecimentos credenciados junto às duas empresas, a Auditoria Geral do Estado (AGE), por meio do auditor, Giussepp Mendes, decidiu fazer um chamamento público, pedindo a manifestação dos estabelecimentos credenciados a essas empresas sobre a falta de pagamento.

Os comerciantes prejudicados estão sendo convocados a apresentar à AGE as notas fiscais das vendas ou qualquer outro documento capaz de comprovar o não pagamento.

Os documentos poderão ser enviados à AGE por e-mail, no endereço eletrônico: auditoria@age.pa.gov.br e também por meio de protocolo na sede do órgão público, localizado na Avenida Senador Lemos, 791, Edifício Síntese Plaza, 7º andar, em Belém.

Fonte Ver-o fato

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