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Detran libera aulas remotas em autoescolas do Pará durante pandemia

Crédito: Agência Pará

Os Centros de Formação de Condutores (CFCs) do Pará estão aptos a ministrar aulas teóricas na modalidade remota a todos os candidatos, e as primeiras aulas neste modelo já iniciaram. A medida foi implementada pelo Departamento de Trânsito do Estado (Detran), para minimizar os prejuízos dos usuários dos serviços durante a pandemia do novo coronavírus.

A realização das aulas é prevista na portaria 1179/2020 com base em deliberação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Para acessar as aulas remotas, o candidato deve manifestar interesse em realizar as aulas do curso de formação de condutores neste formato. O conteúdo programático, carga horária e duração das aulas obedecem aos mesmos critérios das aulas presenciais.

O sistema utilizado pelos CFCs permite a validação biométrica facial do instrutor e dos candidatos na abertura e término da aula e a interação em tempo real entre candidato e instrutor, garantindo a lisura do processo. Ou seja, é possível identificar e comprovar que quem está assistindo a aula é realmente o candidato à CNH, já que a foto pode ser comparada com a existente na base de dados. Nenhum valor a mais será cobrado pelo uso desta nova ferramenta, não trazendo nenhum impacto financeiro aos candidatos.

A ferramenta também permite o registro de cada aula, gerando relatórios gerenciais contendo o horário de início e término da aula com a foto coletada do usuário e instrutor, quantidade de candidatos com presença registrada na sala virtual, além de fazer auditoria do acesso e das ações de cada usuário no sistema, incluindo o endereço IP utilizado. Todo o processo é integrado ao sistema do Detran para a validação biométrica digital.

Nesta modalidade, os Centros de Formação de Condutores deverão providenciar materiais pedagógicos de apoio aos candidatos, inclusive para uso em período fora da aula remota, como complementação de estudos, podendo valer-se de apostilas, questionários e testes simulados; apoio por chat, email e aplicativos privados de mensagens digitais, bem como outros meios tecnológicos e pedagógicos.

Fonte: Agência Pará

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