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Polícia diz que que menino vítima de 'desafio da rasteira' estava vivo quando corpo foi ocultado por colegas

O inquérito que investigava a morte do menino Anderson Cunha Campos, de 11 anos, concluiu que os dois adolescentes, de 13 e 15 anos, são os responsáveis pela morte e ocultação do cadáver. Anderson foi vítima da brincadeira do mal chamada de “Desafio da rasteira”.

Segundo o delegado do caso, Theo Reis, uma perícia da equipe do Instituto Médico Legal de Brasil Novo, município onde ocorreu a tragédia, concluiu que Anderson ainda estava com vida quando foi levado para o terreno onde seu corpo foi encontrado.

“Trata-se de um crime de homicídio doloso porque a vítima foi colocada numa lona ainda com vida e jogada no terreno. Os suspeitos assumiram o risco, sendo que poderiam ter pedido ajuda. Os dois alegaram medo”, detalhou a autoridade.

Os dois adolescentes estão apreendidos aguardando decisão do Ministério Público da Infância e da Juventude.

Saiba mais sobre este caso : ‘Desafio da rasteira’ mata criança de 11 anos no interior do Pará e colega de 15 anos é suspeito de ocultar cadáver

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