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Procuradoria abre sindicância para apurar se equipamentos e mão de obra pagos pelo município estão sendo usados no HCS em Santarém

Investigação tem duração de 30 dias e comissão vai apurar as possíveis irregularidades, como serviços exclusivos ao Hospital Municipal e UPA-24h, pagos com recurso municipal, usados no Hospital de Campanha.
Hospital de Campanha de Santarém — Foto: Ascom HCS/Divulgação

A Procuradoria Geral do Município (PGM) de Santarém, no oeste do Pará, abriu uma sindicância para investigar possíveis irregularidades no uso de recursos, como mão de obra e equipamentos, exclusivos do Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo (HMS) e UPA-24h, no Hospital de Campanha.

As três unidades são administradas pela mesma organização social - Instituto Panamericano de Gestão (IPG) - mas em contratos diferentes: HMS e UPA-24h firmado com a prefeitura de Santarém; e o HCS com o Governo do Estado.

Conforme a Procuradoria, a Controladoria Geral de Santarém solicitou esclarecimentos sobre o contrato de gestão do IPG, relacionado ao uso da lavanderia ou de qualquer outro equipamento pertencente ao mobiliário municipal, bem como a verificação de uso de aparelho respirador ou quaisquer outros equipamentos, medicamentos e servidores pertencentes à administração pública municipal e pagos com recurso do município em serviços que não sejam os prestados no Hospital Municipal e na Unidade de Pronto Atendimento/24 Horas.

A Procuradoria considerou ainda que o Ministério Público do Pará (MPPA) tem acompanhado e fiscalizado o emprego de recursos por meio de um procedimento administrativo, referente ao Hospital de Campanha.

O prazo das investigações, sem natureza acusatória, é de 30 dias para esclarecer as possíveis irregularidades no uso dos recursos, com o objetivo de subsidiar esclarecimentos sobre o Contrato de Gestão do Instituto Panamericano em Santarém.

O G1 entrou em contato com o IPG e até a publicação desta matéria não obteve retorno.

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