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Promotoria Militar abre inquérito para analisar conduta policial em manifestação em Salinópolis

A Promotoria de Justiça Militar, do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), informou que vai investigar a conduta de policiais militares envolvidos em um ato pela abertura das praias, em Salinópolis. O caso ocorreu ontem, 11, na rodovia PA-124 e foi filmado por outras pessoas que estavam presentes no local. Na ocasião, um suposto servidor, aparece com uma arma de fogo no meio dos manifestantes.

O ato dos comerciantes pedia a reabertura das praias em Salinópolis. Durante o ocorrido, o suposto militar queria passar pela manifestação e acabou sendo impedido. Em seguida, ele teria ficado irritado por conta de arranhões em seu carro e desceu do veículo com uma arma de fogo para ameaçar as pessoas que estavam ao redor do veículo.

Durante toda a gravação do vídeo, os militares que estavam atendendo à ocorrência nada fizeram. Quando o suposto militar entrou no carro novamente e percebeu que estava sendo filmado, ele voltou a ameaçar uma mulher. Por conta da falta de atitude dos policiais, se especulou que o homem fosse policial e que estava de folga.

Segundo o promotor de Justiça Militar, Armando Brasil, algumas coisas serão investigas pelo IPM. A primeira, é a omissão dos policiais que estavam presentes no local, acompanharam a cena e não fizeram nada. A segunda é que o suposto policial, em caso de folga, não deveria portar uma arma de fogo em público, algo que contraria o Estatuto do Desarmamento. O fato do suposto policial ter um carro de luxo (avaliado em R$!00 mil) e uma casa de praia no litoral paraense também será investigado.

“Vou determinar a instauração de inquérito policial militar, a fim de apurar esse fato. Além da conduta dos PMs, que viram esse PM armado, fora de serviço, e se quedaram inertes. Esse PM colocou a vida dele e das outras pessoas em risco. De folga, ele não pode exibir arma de fogo, principalmente em meio a multidão. É crime previsto no Estatuto do Desarmamento”, observou Armando Brasil.

Por Roma News 

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