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Feijão consumido pelo paraense ficou 50% mais caro no primeiro semestre de 2020

Crédito: Reprodução/Internet

O feijão consumido pelos paraenses teve reajuste de 53% no primeiro semestre de 2020. Em junho, o produto comercializado na capital, Belém, era o quinto mais caro do país. As informações são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que pesquisou o preço médio do quilo do feijão nos supermercados da Grande Belém.

De acordo com o levantamento, se forem levadas em consideração as variações de preço registradas nos últimos 12 meses, o aumento acumulado é de quase 90%. O Dieese constatou ainda que, apesar do cenário desfavorável, com queda de renda por causa da crise econômica provocada pela pandemia de covid-19, o preço da alimentação básica, no Pará, continua em alta. Em junho, a cesta básica no estado teve uma alta de 0,11%, com elevação de preço da maioria dos produtos que a integram, com destaque para o feijão.

Na pesquisa atual, o Dieese levantou o preço do quilo do feijão dos tipos carioquinha, cavalo e jalo nos supermercados de Belém. Segundo os dados levantados, nos últimos 12 meses, a trajetória de alta no preço do feijão não foi uniforme. Em junho de 2019, o preço do quilo do produto foi comercializado em média a R$ 4,50; e encerrou o ano custando, em média, R$ 5,49.

Já no início de 2020, o quilo do preço do feijão estava custando em média R$ 5,91; passando para R$ 5,14, em fevereiro, R$ 5,11, em março, e R$ 5,56, em abril. Em maio, no entanto, houve um salto no preço, que passou para R$ 8,17 e não parou mais de subir; chegando a R$ 8,40, em junho.

Fonte Roma News 

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