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Justiça concede prisão domiciliar a suspeito de mandar matar empresário Iran Parente

Dionar Nunes Cunha Junior foi preso suspeito de mandar matar empresário em Santarém — Foto: Redes Sociais/Reprodução

O principal suspeito, segundo a Polícia Civil, de ser o mandante das mortes do empresário Iran Parente e sua esposa Josielen Prezza, em fevereiro deste ano, deixou o Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura. A defesa de Dionar Nunes da Cunha Junior conseguiu na justiça o benefício de prisão domiciliar. O pedido foi feito pelos advogados Américo Leal, Rodrigo Marques e Marcelo Oliveira.

Dionar que era pessoa próxima e da confiança de Iran, estava preso desde o dia 3 de maio deste ano. O crime, de acordo com investigações da Polícia Civil teria sido planejado em duas fazendas (Fazenda Barbosa e Haras Barbosa), na região do planalto santareno. Outras três pessoas: Alessandro Gomes da Silva (Mineirinho), Aline Maiara Ribeiro dos Santos (companheira de Mineirinho) e Valdileno Fraga Dias (Preto), que estariam envolvidas no duplo homicídio, são consideradas foragidas da justiça.

Detalhes sobre a investigação que levou à prisão de Dionar e ao pedido de prisão dos outros três suspeitos foram revelados pela Especializada de Homicídio durante coletiva de imprensa na manhã do dia 4 de maio, na 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil. Segundo a polícia, Dionar queria documentos que estavam em poder de Iran.

Alessandro Gomes da Silva, conhecido como “Mineirinho” ou “Toninho”, funcionário da Fazenda Barbosa teria se associado a Dionar na empreitada criminosa contra Iran Parente. Era nos locais de trabalho de “Mineirinho” que aconteciam os encontros com Dionar para tramar a morte do empresário. De acordo com a polícia, foi também na Fazenda Barbosa e no Haras Barbosa que a negociação com os executores “Calanguinho” e “Preto” foi feita diretamente por “Mineirinho”, mas Dionar não teria tido contato pessoal com a dupla.

Na Fazenda Barbosa, a polícia encontrou a motocicleta usada por “Calanguinho” e “Preto” para chegar à casa de Iran, na comunidade Boa Esperança onde o empresário e sua esposa foram rendidos no dia 27 de fevereiro. A mochila do empresário também foi encontrada na fazenda Barbosa, dois meses após o crime.

Por G1 Santarém 

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