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Operação 'Artemis' lacra empresas madeireiras em Santa Maria do Uruará, em Prainha

Empresas madeireiras que estavam atuando em desacordo com a lei ambiental foram lacradas em Santa Maria do Uruará, em Prainha — Foto: Deca/Divulgação

Empresas madeireiras que estavam atuando em desacordo com a legislação ambiental foram lacradas nesta terça-feira (4) na vila Santa Maria do Uruará, município de Prainha, no oeste do Pará, na terceira fase da operação "Artemis" deflagrada pela Delegacia Especializada em Conflitos Agrários (Deca), que tem sede em Santarém.

A operação objetiva coibir crimes ambientais, mais especificamente o desmatamento e a exploração ilegal de madeira, atuando em parceira com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) gerência executiva de Santarém.

"As fiscalizações irão continuar em outros locais com o mesmo objetivo, que é coibir o desmatamento ilegal em nossa floresta amazônica", disse o titular da Deca, delegado Fábio Amaral.

Ainda segundo o delegado, a equipe da Deca conta com apoio da Diretoria de Polícia do Interior (DPI) e da 12ª Risp/BMA e segue diligenciando para que a região do Baixo e Médio Amazonas seja conhecida como referência no combate aos crimes graves relacionados ao meio ambiente, que é um direito difuso de toda a coletividade.
Madeira extraída de forma ilegal no município de Prainha, no Pará, foi apreendida — Foto: Deca/Divulgação

Operação Rebote

No período de 27 a 29 de julho, Santa Maria do Uruará também foi alvo da operação Rebote comandada pelo Ibama e ICMBio com apoio da Polícia Militar.

Durante a operação, foi constatada extração ilegal de madeira e uma grande quantidade do produto armazenada de forma ilegal. A extração ilegal ocorreu dentro da Resex Renascer.

fonte G1 Santarém 

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