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Universidade investiga possível caso de reinfecção da covid-19 no Pará

Caso seja confirmado, esse será o primeiro caso de reinfecção pela covid-19 no Brasil
Crédito: Bruno Cecim / Agência Pará

A equipe do Laboratório de Biologia Molecular para Covid-19 (Labimol) da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) vem investigando um possível caso de reinfecção pelo Sars-CoV-2. A paciente do caso em questão teve um diagnóstico positivo confirmado pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), em Belém, em maio, e voltou a sentir os sintomas em agosto, quando fez o teste novamente, dessa vez pelo laboratório da Ufopa, e voltou a testar positivo. “Essas análises são complexas, envolvem diversos estudos e variáveis”, explica o professor Marcos Prado, coordenador do Labimol.

A amostra do Labimol foi enviada para o Lacen e, de lá, foram para o Instituto Evandro Chagas, responsável por fazer a análise das duas amostras e verificar a linhagem dos vírus. “Se eles forem de linhagens diferentes, então teremos um caso de reinfecção confirmado no Brasil”, afirma Prado.

Nas últimas 24 horas, o Pará registrou 439 infectados e 24 mortes por covid-19, mostram os dados do boletim epidemiológico divulgado, neste domingo, 13, pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). Agora são 214.806 casos confirmados e 6.368 óbitos no Estado desde o início da pandemia.

Segundo a pasta, outros 61 novos casos e um óbito foram cadastrados, mas ocorreram nos últimos sete dias. Em relação à subnotificação das prefeituras, foram confirmamos mais 369 casos e 23 óbitos ocorridos em dias anteriores.

Reinfecção da covid-19

Um homem de Hong Kong, de 33 anos, se tornou o primeiro caso documentado de reinfecção da covid-19 no mundo, segundo informaram pesquisadores da Universidade de Hong Kong. O paciente recebeu alta após ser curado do vírus em abril, mas, no início de agosto, ele testou positivo novamente após retornar da Espanha.

Segundo as autoridades sanitárias da cidade, a princípio, pensou-se que o homem poderia ser um "portador persistente" do SARS-CoV-2 - o vírus causador da covid-19, mantendo o agente em seu corpo desde a infecção anterior.

No entanto, os cientistas afirmaram que as sequências genéticas das cepas de vírus contraídas pelo homem em abril e agosto são "claramente diferentes". Essa descoberta pode ser um retrocesso para quem baseia sua estratégia contra a pandemia na suposta imunidade obtida após a transmissão da doença.

Fonte Roma News 

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