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Carne bovina consumida pelo paraense tem alta acumulada de quase 50%


Crédito: Reprodução/ Agência Brasil

Pelo terceiro mês consecutivo, preço do quilo da carne bovina consumida pelos paraenses apresentou alta, segundo uma pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) em conjunto com a Secretaria Municipal de Economia.

Em um ano, o preço do quilo da carne bovina apresenta uma alta acumulada expressiva de quase 45% contra uma inflação de 4,77%, de acordo com Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento ainda aponta uma tendência de alta para este mês de novembro.

A pesquisa registrou o aumento em açougues, mercados municipais e supermercados de Belém. O balanço de preços do produto foi feito entre os dez meses deste ano e também dos últimos 12 meses.

Em outubro de 2019, o quilo da carne bovina de primeira, como coxão mole/chã, cabeça de lombo e paulista, foi comercializado em média, em Belém, por R$ 20,89. Já em dezembro, a média era de R$ 28,22. No início de 2020, o alcance foi de R$ 26,46. Em outubro, o valor era de R$ 30,28.

Os dados do Dieese revelam alta de 2,06%, em outubro, em relação aos preços praticados no mês de setembro. Entretanto, no balanço feito nos dez primeiros meses de 2020, o preço do produto apresenta um reajuste de 7,30%.

Nesse cenário, o gasto total da cesta básica, em outubro, atingiu o valor de R$136,26, considerando a previsão de consumo mensal da carne bovina por 4,5 Kg. O Dieese calcula que o valor gera um impacto em relação ao salário mínimo atual de 14,10%, sendo necessário mais de 28 horas de trabalho para adquirir o produto.

Fonte Roma News 

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