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Farinha de mandioca teve aumento acima da inflação com cerca de 20%


Crédito: Thiago Gomes/ Agência Pará

A farinha de mandioca está mais cara nas feiras e supermercados de Belém, de acordo com a pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE/PA).

Os dados revelam que o produto apresentou uma alta acumulada nos primeiros dez meses de 2020, alcançando cerca de 20%, percentual bem acima da inflação contra uma inflação de 2,95%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculada para o mesmo período.

Os aumentos da farinha e de outros produtos básicos da mesa do paraense se deve por uma série de fatores estruturais dentro da cadeia produtiva até a comercialização, segundos os dados.

O levantamento ainda mostra que a maior quantidade da farinha de mandioca consumida em Belém vem de municípios próximos como Castanhal, Capanema e Bonito, e que mais da metade da produção ainda é feita de maneira artesanal.

A trajetória de preços do quilo da farinha de mandioca em 2020 não foi uniforme para o Dieese. Em outubro, o produto foi comercializado em média a R$ 6,96. Em dezembro de 2019 a média era de R$ 5,80.

Diante dessa alta, a pesquisa constatou que a alimentação básica dos paraenses continua entre as mais caras do país. Em outubro deste ano, a cesta básica custou R$ 468,22 e comprometeu na sua aquisição cerca de 48% do atual salário mínimo.

Por Roma News 

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