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Hacker português é suspeito de ataque ao TSE durante eleições municipais


Crédito Reprodução 

Os ataques cibernéticos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no último domingo, em que ocorreu o primeiro turno das eleições municipais, teriam partido de um hacker português em prisão domiciliar.

Uma linha da investigação que está sem do conduzida pelo Ministério Público Federal (MPF), aponta que o ataque pode ter ligação com grupos brasileiros de extremistas políticos que são a favor do voto impresso.

Mas diferente do que foi difundido nas redes sociais desses grupos políticos, as ações do hacker não provocaram impacto no processo de votação. O jornal Estadão conversou por e-mail com o invasor conhecido como Zambrius, que disse ter agido sem ajuda, de Portugal, munido apenas de um celular. “Eu realizei tudo sozinho”, afirmou ele. “Estou sem computador. Se o tivesse, acredite que o ataque teria um impacto muito maior”.

À reportagem, o invasor afirmou que os dados roubados do TSE não têm ligação com o resultado das urnas.

Aos 19 anos, Zambrius se define como um viciado em explorar vulnerabilidades. Diz que só atacou o TSE porque a Corte declarou ter reforçado a segurança após a invasão a domínios do Superior Tribunal de Justiça. Questionado pelo Estadão se tem ciência de que ajudou a criar a falsa narrativa bolsonarista de fraude, ele disse ter escolhido a data por “diversão”. Se fizesse antes, não haveria a “piada”.

Fonte: Metrópoles

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