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Presidente Jair Bolsonaro demite ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio

Álvaro Antônio chegou a ser denunciado por candidaturas-laranja em 2018, mas ainda ficou quase dois anos no cargo
Crédito: Agência Brasil 

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), demitiu o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que esteve no cargo por pouco mais de 1 ano e 11 meses, tendo ingressado no governo no início da gestão de Bolsonaro, em 1º de janeiro de 2019. O nome mais cotado para assumir a vaga deixada no turismo é o atual presidente da Embratur, Gilson Machado.

O agora ex-ministro Álvaro Antônio chegou a ser denunciado por crimes envolvendo candidaturas-laranja do PSL em 2018, pelo Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais, o que levou a Polícia Federal a indiciar ano passado o então ministro por crime eleitoral de omissão na prestação de contas, e também em razão do crime de associação criminosa.

Na denúncia Marcelo Álvaro Antônio é citado em depoimentos sobre o uso de candidaturas de mulheres na eleição de 2018 para desvio da verba eleitoral no estado de Minas Gerais. Segundo a investigação, o partido inscreveu candidatas sem a intenção de que elas fossem, de fato, eleitas, somente para criar uma falsa informação de que cumpriu a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de que pelo menos 30% dos recursos do fundo eleitoral devem ser destinados a candidaturas femininas.

Segundo inquérito da PF, ele “era e ainda é o ‘dono’ do PSL mineiro”. À época dos crimes apontados, Marcelo era o presidente estadual do PSL, o então partido do presidente Jair Bolsonaro. No indiciamento, a PF afirma que o então presidente do PSL em Minas “possuía o total domínio do fato, controle pleno da situação, com poder de decidir a continuidade ou interrupção do repasse de recursos do fundo partidário”.

Fonte: Metrópoles

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