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Defensoria Pública dá 72 horas para 20 municípios agilizarem vacinação contra covid no Pará

 
Crédito: Reprodução/Google Maps

A Defensoria Pública do Estado (DPE) emitiu uma recomendação cobrando que os 20 municípios que apresentam as piores taxas no índice de vacinação contra a covid-19, acelerem a aplicação do imunizante nos grupos prioritários em até de 72 horas. O documento foi enviado na terça-feira, 30.

De acordo com o Consórcio de Veículos de Imprensa, a partir dos dados das secretarias estaduais de saúde, atualizado até o dia 29 de março, o Pará encontra-se entre os cinco últimos estados no percentual de vacinas aplicadas proporcional à população.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a doença, expedida pelo Ministério da Saúde visa a redução da mortalidade causada pelo novo coronavírus no país. Sendo assim, a Defensoria Pública enviou o documento aos 20 municípios paraenses, solicitando que inclua no sistema de gestão estadual e informe os dados municipais relacionados à vacinação, conforme determina o Plano Nacional de Imunização e o Plano Estadual de vacinação, em até 72 horas.

Além disso, o documento pede também, que dentro do mesmo prazo, os municípios informem as razões e os eventuais obstáculos que justifiquem o atraso na aplicação dos imunizantes, assim como, as medidas que estão sendo adotadas para resolver os problemas.

Em caso de descumprimento da solicitação acarretará na judicialização da demanda e eventual responsabilidade penal, civil e administrativa.

Os municípios são: Rondon do Pará, Baião, Eldorado dos Carajás, Novo Progresso, Santa Luzia do Pará, Breu Branco, Ourilândia do Norte, Goianésia do Pará, Santa Maria das Barreiras, Itupiranga, Supucaia, Pau D'arco, São Caetano de Odivelas, Floresta do Araguaia, Santana do Araguaia, Jacareacanga, São Félix do Xingu, São Geraldo do Araguaia, Cumaru do Norte e Mojui dos Campos.

Para o Defensor Público Geral do Estado, João Paulo Ledo, a vacinação deve ser prioritária. "Esses números mostram ineficiência dos municípios ou ausência de transparência com os dados de vacinação", afirma.

A recomendação foi assinada pelo DPG, João Paulo Lédo, e pelo coordenador de políticas cíveis, Daniel Lobo.

Fonte Roma News 

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