Header Ads




Governo Federal anuncia desconto na conta de luz para quem reduzir entre 10% a 20% do consumo


Crédito: Reprodução/Pixabay

O Governo Federal está finalizando detalhes do programa anunciado no último dia 13, que oferece bonificações para clientes residenciais e pequenos comércios (que sejam atendidos por distribuidoras de energia) que reduzirem o consumo de eletricidade. De acordo com o programa, o cidadão ganharia um desconto nas contas de luz quem diminuir o consumo em pelo menos 10%. O bônus na tarifa deve valer apenas para casos de redução de até 20%.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a expectativa é que o programa comece a valer em setembro deste ano e se estenda até abril de 2022. Até a última sexta-feira, 27, o governo trabalhava com a perspectiva de um bônus de R$ 1 por cada kilowatt-hora (kWh) do volume de energia acima da meta de 10%. No entanto, este valor foi coniderado muito 'caro' para o sistema elétrico, e por isso, o desconto final será menor. O valor final não está definido e deve continuar sendo discutido nesta segunda-feira, 30.

Economia

De acordo com as expectativas do governo, o desconto será pago apenas para quem economizar entre 10% e 20%. Portanto, abaixo ou acima das marcas mencionadas não haveria um desconto e sim apenas a redução normal pela queda de consumo. Para entender copmo funcionaria na prática, é possível pegar como exemplo a seguinte possiblidade: se uma família consome 200 kWh de energia por mês, ela deverá reduzir esse consumo para uma faixa entre 160 e 180 kWh. Num cenário em que seja aplicado um desconto de R$ 0,50 por kWh, essa família ganharia R$ 5 de bônus na conta por reduzir o consumo em 10%. Para uma economia de 20%, o desconto seria de R$ 10.

Atualmente, a tarifa média paga pelos consumidores residenciais hoje está no valor de R$ 0,60 por kWh, que ainda é acrescido de outros encargos e impostos. Para calcular o percentual de economia, a comparação inicia com base em uma média mensal do consumo dos meses de setembro, outubro e novembro de 2020. Desta forma, não é considerado o período de restrições mais intensas à mobilidade por causa da pandemia.

Com informações de O Globo

Nenhum comentário