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Apesar de proibição da justiça, caminhoneiros paraenses mantêm promessa de greve nesta segunda

Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Justiça Federal concedeu, na noite deste sábado, 30, uma liminar proibindo caminhoneiros e qualquer pessoa de ocuparem, obstruírem ou dificultarem a livre circulação em rodovias federais que cruzam o território paraense. Mesmo com a proibição, o presidente da Associação dos Caminhoneiros do Pará (Ascepa), Sebastião Martins, informou que continuará com a greve proposta para esta segunda, 1.

A liminar estabeleceu multa diária de R$ 10 mil por pessoa física e de R$ 100 por pessoa jurídica que participe ou promova o bloqueio ou ocupação de rodovias federais que cruzem o território paraense, impedindo ou dificultando a livre circulação de veículos automotores, causando prejuízo à segurança e à fluidez do trânsito.

Pela tarde, membros da Ascespa se reunirão para decidir as estratégias que vão tomar nesta segunda-feira, 1.

A greve é devido a disparada no preço do óleo diesel, que inflamou uma insatisfação da categoria que se arrasta há meses, mas a pauta de reivindicações vai muito além dos custos nas bombas.

Entre as demandas reivindicadas estão: a redução do preço do diesel e revisão da política de preços da Petrobras (Preços de Paridade de Importação, que vincula o preço do petróleo ao mercado internacional); piso mínimo do frete; retorno da aposentadoria especial com 25 anos de contribuição; aprovação do Marco Regulatório de Transporte Rodoviário de Carga (PLC 75/2018) e criação e melhoria dos Pontos de Parada e Descanso.

Em nota publicada a Confederação Nacional do Transporte (CNT) informou que não apoia a greve, Freitas diz que o governo “garantirá a segurança nas estradas brasileiras”.

Fonte Portal Roma News 

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