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Pará deve receber cerca de 320 mil vacinas contra a covid-19 na próxima semana, diz governador Helder Barbalho

Nessa fase inicial devem ser imunizados profissionais da saúde da linha de frente, indígenas, moradores das áreas remanescentes de quilombos e idosos acima de 80 anos.
Estado deve receber cerca de 320 mil doses de vacina no primeiro lote. — Foto: Helder Lima/ Prefeitura de Guarujá

O governo do Pará divulgou na noite de sexta-feira (15) o plano de vacinação contra Covid-19 no Estado, que deve começar após o envio das vacinas pelo Ministério da Saúde. Segundo o governador Helder Barbalho, o estado deve receber cerca de 320 mil doses de vacina no primeiro lote. Nessa fase inicial devem ser imunizados profissionais da saúde da linha de frente, indígenas, moradores das áreas remanescentes de quilombos e idosos acima de 80 anos.

A videoconferência foi realizada pelo governador Helder Barbalho com os prefeitos dos 144 municípios do estado. Ainda segundo o governador, neste domingo (17) o Ministério da Saúde deve iniciar a distribuição aos Estados de acordo com que for decido em reunião com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A partir daí o governo vai dar início a logística para fazer a distribuição para as regionais. A ideia é que os municípios possam ir até a sua regional e apanhar sua cota, para fazer chegar à sua cidade.

"Nós não faremos qualquer distinção dos municípios. Todos serão tratados de maneira igual dentro dos critérios de distribuição da primeira fase. Peço a vocês muito cuidado para que não fujam à regra estabelecida de vacinação ao público-alvo. Tomem cuidado para não abrirem exceções, pois isso pode trazer transtornos severos a quem precisa da vacina", alertou o governador.

De acordo com o chefe do Executivo estadual, se forem confirmadas oito milhões de doses pelo Ministério da Saúde para os Estados, o Pará deve receber, inicialmente, cerca de 320 mil doses. Mas o governador alertou aos prefeitos que o Estado só saberá o real número neste domingo (17), quando o Ministério da Saúde confirmar os números e as vacinas forem liberadas pela Anvisa.

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