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Municípios do Baixo Amazonas têm média de 46,20% de isolamento social durante medidas restritivas de circulação

Dados são referentes ao período entre 2 a 9 de fevereiro. Prainha, com mais de 57%, é o município que mais respeita as medidas restritivas, e Óbidos, com 38,9%, foi o que menos cumpriu.
Prainha, com mais de 57%, é o município que mais respeita as medidas restritivas — Foto: Reprodução

Os 14 municípios do Baixo Amazonas, que estão com medidas restritivas de circulação desde 1º de fevereiro, tiveram média de isolamento social de 46,20% entre 2 a 9 de fevereiro. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) que monitora diariamente o índice de isolamento social na região.

O município que mais respeitou o isolamento social foi Prainha, com 57,26% das pessoas em casa, e o município que menos cumpriu a restrição foi Óbidos, com 38,9%.

Isolamento Social no Baixo Amazonas
Dados referentes ao período de 2 a 9 de fevereiro
Os demais municípios em 'lockdown' e seus percentuais de isolamento são: Placas (55,70%), Belterra (49,96), Santarém (48,5%), Alenquer (45,99%), Curuá (45,48%), Monte Alegre (42,63%), Juruti (42,48%), Almeirim (42,20%) e Oriximiná (40,35%).

Os dados são fornecidos por meio de parceria entre a Segup e a empresa Inloco. Em decorrência da ausência de suporte técnico, a plataforma não informa os índices nos municípios de Faro, Terra Santa e Mojuí dos Campos.

Medidas mais restritivas


Ao todo, 14 municípios paraenses entraram em 'lockdown' mantendo em funcionamento apenas as atividades consideradas essenciais. O motivo foi a identificação de casos da nova variante do novo coronavírus no oeste do Pará, a mesma identificada no Estado do Amazonas, e o aumento dos casos confirmados.

O Governo do Pará anunciou na quarta-feira (10) a manutenção da suspensão de serviços não essenciais e a proibição da circulação de pessoas no Baixo Amazonas. A medida será mantida por, pelo menos, mais 7 dias, e foi tomada devido ao alto número de internações de pacientes com Covid-19, ainda registrado na região.
Variante brasileira do coronavírus — Foto: Reprodução/GloboNews

Para garantir que as pessoas saiam às ruas somente se necessário e em caso de atividade essencial, barreiras de fiscalização foram montadas nos municípios, permitindo a passagem somente após a comprovação da necessidade de deslocamento.

Quem for pego infringindo as normas estabelecidas pode sofrer desde advertência até multas, de maneira progressiva. A multa é diária, de até R$ 50 mil para pessoas jurídicas, a ser duplicada a cada reincidência, e R$ 150 para pessoas físicas – Microempreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP), a ser duplicada a cada reincidência, além de embargo e/ou interdição do estabelecimento.

Fonte G1 Santarém 

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