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É falsa a notícia de que oxigênio levado em caminhão que tombou na Transamazônica era para Hospital Regional


Crédito: Reprodução

De acordo com a assessoria do Hospital Regional Público da Transamazônica, a mensagem que foi compartilhada na manhã desta quarta-feira, 24, informando que um caminhão carregado de cilindros de oxigênio para o Hospital Regional teria tombado às margens da BR-230 na Transamazônica, é falsa.

Segundo o hospital, a unidade possui um tanque com capacidade de armazenamento de cerca de 10 mil litros cúbicos de oxigênio e, o insumo é disponibilizado diretamente nos leitos, através de uma tubulação, descartando o uso de cilindros como mostra a imagem.

Segundo a assessoria, o hospital está devidamente abastecido com oxigênio.
A Secretaria Municipal de Saúde de Altamira (Sesma) esclareceu que somente à noite tomou conhecimento de que a carga de cilindros de oxigênio que estava no caminhão pertencia ao município.

Essa informação chegou quando a empresa acionou a Sesma relatando a situação, muitas horas após ter respondido que não tinha relação com o fato ocorrido.

Em nota, o município de Altamira informou que não ficou desabastecido, pois chegam caminhões quase todos os dias. Ainda na quarta, o município foi abastecido por duas vezes, e com isso, as unidades hospitalares possuem oxigênio o suficiente para atender todos os pacientes hospitalizados.

Sobre o acidente, o condutor passa bem e a carga de cilindros de oxigênio destinado para as Unidades UPA/24h e Hospital Geral de Altamira – HGA, ficou intacta. A empresa responsável pelo transporte informou em nota que:

“O total de cilindros disponíveis para a operação Altamira/PA, dentre os que estão aplicados nas Unidades (UPA/24H e HGA) e os que estão de “stand-by” nos 02 veículos, somam 550 cilindros de oxigênio medicinal, equivalente a 5.500 metros cúbicos de oxigênio. Considerando a média de consumo das Unidades (UPA/24H e HGA) dos últimos 07 dias, essa quantidade de oxigênio é suficiente para suprir a demanda das Unidades (UPA/24H e HGA) por 12 dias”.

Fonte Roma News 

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