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Paraense paga cada vez mais caro para ter carne vermelha na mesa, aponta Dieese

O primeiro trimestre de 2021 fechou com o acumulado de quase 5% de acréscimo no valor do produto
Crédito: © Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Alta atrás de alta. Esse é o histórico de preços da carne bovina no Pará, aponta pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No levantamento divulgado nesta terça-feira, 20, foi apontado que o paraense está pagando cada vez mais caro para ter o produto na mesa.

As estatísticas apontas que foi verificada uma nova alta no mês passado, fechando o primeiro trimestre de 2021 com o acumulado de quase 5% de acréscimo. Os dados são baseados em preços praticados em açougues, mercados municipais e supermercados da capital paraense.

De acordo com o Dieese, a trajetória dos valores do alimento consumido pelos paraenses, comercializada em açougues, mercados municipais e Supermercados de Belém nos últimos 12 meses não foi uniforme.

Em março de 2020, o quilo da carne vermelha de primeira (coxão mole/chã, cabeça de lombo e paulista) foi vendido em média em Belém a R$ 25,08, fechou o ano passado custando cerca de R$ 33,23. No início deste ano, foi comercializado por volta de R$ 33,62; custando R$ 34,29 em fevereiro e em março, vendido em média a R$ 34,84.

Com isso, o quilo da carne bovina consumida pelos paraenses apresentou alta de preço de 1,60% no mês passado em relação a fevereiro. Entretanto, no primeiro trimestre de 2021, o reajuste acumulado foi de 4,85% e nos últimos 12 meses, alcançou quase 40% contra uma inflação de 6,94% (INPC/IBGE) calculada para o mesmo período.

Fonte Roma News 

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