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Seis trabalhadores em condição análoga à escravidão são resgatados em Novo Progresso

Empregador pagará indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 120 mil
Crédito: Reprodução / SIT/SEPRT/ME

Auditores-fiscais do Trabalho do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) resgataram seis trabalhadores em regime análogo à escravidão foram resgatados em uma propriedade rural de Novo Progresso, município do sudoeste paraense. A operação foi divulgada na última quarta-feira, 28.

O dono da fazenda deverá pagar uma indenização de R$ 120 mil por danos morais. O valor será revertido em recursos para instituições beneficentes da cidade.

De acordo com o GEFM, os resgatados trabalhavam com cercamento para o gado. Os seis estavam vivendo em condições 'degradantes' de trabalho.

Eles moravam em barracões de lona montadas no da propriedade, que segundo o grupo, não possuiam energia elétrica nem proteção contra animais peçonhentos e selvagens. Filhos de uma das vítimas viviam no local.

Além da situação insalubre em que viviam, eles ainda não tinham equipamentos de proteção individual para o trabalho.

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