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Exportação de minério de ferro cresce e preço registra alta de 43%

Crédito: Ricardo Teles/Agência Brasil

Durante a pandemia, o minério de ferro se destaca entre as commodities no mercado finnaceiro. Nos últimos cinco meses, o preço da tonelada teve uma alta de 43%, saindo dos US$ 159,85 em dezembro de 2020, para US$ 228,93 em maio deste ano, segundo pesquisa da Belo Investment Research. A razão da disparada é que a China, principal compradora dessa commodity no mundo, consome cada vez mais minério de ferro. O país asiático foi uma das poucas nações a se recuperar ainda no ano passado, enquanto o restante dos países enfrenta, até hoje, problemas econômicos provocados pela pandemia.

A produção industrial chinesa cresce de forma constante com aumento de 35,1% em fevereiro deste ano comparativamente ao mesmo período do ano pasado. Outro agravante é a relação entre a China e a Austrália, maior produtora de minério de ferro do mundo. O governo chinês impôs barreiras às importações vindas da Austrália após o primeiro-ministro australiano iniciar uma investigação para descobrir a origem da covid-19. Fato que as autoridades chinesas entenderam como uma acusação indireta ao país, já que os primeiros casos relatados da doença surgiram na cidade de Wuhan.

Após afirmações do ministro da Economia brasileiro, Paulo Guedes, neste mesmo sentido, o embaixador chinês em Brasília, Yang Wanming, disse na semana passada que o país asiático “se opõe firmemente a qualquer politização e estigmatização da origem” do vírus SARS-CoV-2, que provoca a covid-19. O diplomata destacou o pedido para que o Brasil pare de politizar esse assunto.

De acordo com o levantamento, as ações da Vale dispararam, mesmo com os impactos de produção sofridos após o desastre de Brumadinho, em Minas Gerais, em 25 de janeiro de 2019. O lucro líquido da Vale chegou a R$ 30,6 bilhões entre os meses de janeiro e março de 2020, o ganho foi de R$ 984 milhões. A Vale gerou quase US$ 6 bilhões com as operações no trimestre e se tornou a maior empresa da América Latina.

Entre as siderúrgicas, os melhores desempenhos são da CSN ON (CSNA3), que subiu 61,4%; Usiminas PNA (USIM5), com alta de 60,9%; e da Gerdau PN (GGBR4), que avançou 49,5%.

Com informações do Metrópoles

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