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Coronel denunciada por venda de vagas na PM vai para reserva remunerada com salário de R$ 35,4 mil


Crédito: Divulgação/Arquivo Pessoal

Foi publicado no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira, 30, a transferência da coronel da Polícia Militar, Andrea Keyla Rocha para a reserva remunerada da PM, com remuneração que alcança R$ 35,4 mil. A portaria de concessão de benefício previdenciário foi assinada pelo presidente do Igeprev, Giussepp Mendes.

A coronel responde a processo na Justiça Militar acusada de venda de vagas e outros crimes, na polícia ambiental de Santarém, onde ela comandava o quartel até o final de julho passado. Keyla foi denunciada em um extenso dossiê pelos próprios militares a ela subordinados, juntamente com o sargento Gildson dos Santos Soares, preso no dia 26 de julho passado.

Ela foi afastada do quartel de Santarém pela Justiça Militar por 120 dias, mas em Belém, em meados deste mês, chegou a ser nomeada pelo comandante-geral da PM, coronel Dilson Junior, para o comando de Policiamento Especializado de Belém (CPE), a polícia rodoviária.

A decisão do chefe da PM paraense foi duramente criticada e ele revogou a nomeação. Mas no dia seguinte nomeou a coronel na condição de adida à Subseção de Controle de Cessão e Agregação de Policiais Militares. Keyla, contudo, preferiu sair da cena ativa da PM, indo para a reserva.

Na Justiça Militar, além da venda de vagas, ela e o sargento Gildson Soares respondem por crimes de ameaça de morte, assédio moral, falsificação de documentos e tortura.

Fonte Portal Roma News

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