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Discussão por limite de terra deixa homem morto em Itaituba


Crédito: Reprodução/ Redes Sociais/ Whatsapp

Nesta sexta-feira, 3, uma discussão motivada por limite de terra, na comunidade Nazaré, zona rural de Itaituba, resultou na morte de Olinaldo Rodrigues, de 39 anos.

De acordo com informações o conflito foi gerado após a família da vítima ter vendido um pequeno lote para o acusado do crime, identificado por Tino Ferreira Silva, de 84 anos.

No decorrer dos dias, Tino estaria ampliando o tamanho do lote e invadindo parte da propriedade , além daquele que havia sido acordado entre as partes no momento da negociação de compra e venda.

A família da vítima decidiu protocolar uma denúncia pela invasão de propriedade, mas nesta sexta-feira, 3, a situação tomou outras proporções, visto que a mãe de Olinaldo teria ido ao encontro de Tino supostamente para contata-lo sobre a denúncia. Nesse momento, Tino teria se irritado e, em posse de um facão, tentou agredi-la, instante em que Olinaldo interveio para defendê-la.

Nessa intervenção, a vítima acabou sendo atingida por um golpe de facão na região lombar. Além disso, a polícia afirmou que o idoso também foi atingido na região da cabeça e em um dos braços, ocasionados por arma branca.

Na tentativa de socorrer Olinaldo, familiares agiram rapidamente e o transportou de voadeira para o município de Itaituba a fim de obter atendimento médico de urgência, no entanto, ele não resistiu à gravidade do ferimento e foi a óbito.

Com suporte de uma viatura da Polícia Militar, o corpo foi levado ao Instituto Médico Legal – IML para passar por procedimentos cadavéricos.

Conforme informações da PM, o acusado foi preso ainda na comunidade e encaminhado para o Hospital Regional do Tapajós por uma equipe do Corpo de bombeiros para cuidados e posteriormente será encaminhado para a 19a Seccional de Polícia Civil de Itaituba a fim de ser instaurado o devido procedimento legal.

Ainda assim, o Sargento PM Jair assegurou que o caso e as materialidades colhidas serão levadas à apreciação da autoridade policial a fim de que seja determinada a natureza do crime. Em relato, o acusado alegou que pouco se recorda da situação.

Primo da vítima

Em entrevista, o primo da vítima, conhecido por Joãozinho, afirmou que o conflito por divisão de terra entre o suspeito e a família da vítima já perdurava há alguns anos.

Segundo ele, devido aos constantes desentendimentos, o caso chegou a ser discutido na esfera judicial, no entanto, até então não houvera decisões concretas.

Com informações Plantao 24 horas

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