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Preço da gasolina sofre aumento pela sétima semana consecutiva, aponta pesquisa da ANP


Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O preço médio da gasolina subiu pela sétima semana consecutiva, aponta o o sistema de levantamento de preços produzido pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP. Segundo o levantamento feito nos postos de combustíveis, o preço ficou em R$ 6,076, uma diferença de R$ 0,017 em relação à semana anterior. Uma alta de 0,28%.

Os postos pesquisados fazem parte de grupos, que variam de acordo com a semana e totalizam 4.390. Habitantes de três das cinco regiões do país já encontram, no entanto, gasolina comum acima dos R$ 7. Isto acontece no Norte, no Sudeste e no Sul. Já no período de 12 a 18 de setembro, o valor mais alto do país foi encontrado no Rio de Janeiro, na cidade de São Francisco de Itabapoana, no Norte Fluminense e a 323 quilômetros da capital. Lá, o preço alcança R$ 7,199. Um patamar 18,4% superior ao custo do produto identificado pelo levantamento.

Parte dessa variação não no preço dos combustíveis tem a ver apenas com os preços praticados pela Petrobras nas refinarias. A estatal alega acompanhar a cotação do preço do petróleo no mercado internacional para praticar os ajustes.
André Braz, da Fundação Getúlio Vargas destaca que os preços da cana-de-açúcar também têm influenciado no preço da gasolina.

“A gasolina que sai as refinarias é pura, não é como a dos postos, que têm cerca de um quarto (27%) de álcool anidro. O preço do produto está em alta por causa da seca, que afetou a produção de cana-de-açúcar”, avalia o coordenador de índices de preços ao consumidor do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

Com informações da CNN Brasil

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