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Urina preta: município do Pará proíbe entrada de pescado vindo do Amazonas

 
Crédito: Alessandra Serrão/Agência Belém

A Vigilância Sanitária do município de Altamira publicou uma Nota Técnica que proíbe a importação ou comercialização de qualquer tipo de pescado, seja ele de peixes ou crustáceos, que tenham origem dos rios Solimões e Amazonas. A nota determina também que pescados do oeste do Pará onde houve notificação de casos suspeitos também estão com vendas proibidas na Cidade.

De acordo com a Prefeitura de Altamira, a medida objetiva evitar casos da doença de Haff ou Urina Preta, que já tem sete casos em investigação Pará. A nota da Vigilância Sanitária esclarece que a proibição será mantida até se comprove se as pessoas passaram mal ou não através da contaminação do pescado.

COMÉRCIO DE PESCADOS

Apesar da proibição, os vendedores de peixes de Altamira disseram que o pescado vem de rios da região Xingu ou são criados em cativeiros. Mesmo assim, a venda vem caindo substancialmente. O município vizinho, Vitória do Xingu, já havia proibido semanas atrás a entrada de pescado dos municípios do oeste paraense. A Vigilância Sanitária orientou os vendedores de pescados a como fazer a armazenagem.

SÍNDROME DE HAFF

Os sintomas da síndrome da Urina Preta se apresentam entre 2 a 24 horas após o consumo dos animais e pode ser sentido dores musculares, no pescoço ou nuca, fraqueza, insuficiência renal e urina escura.
Para manter a economia local sem impactos na venda, o consumidor deve ficar atento a origem do pescado. Prestar atenção se são bem armazenados. Porém, se surgir algum sintoma logo após o consumo, procurar imediatamente uma Unidade de Saúde.

Fonte Roma News 

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